Resenha: Hebraico Bíblico, parte 3 (נִלְמַד עִבְרִית)

*Nota: algumas partes da resenha abaixo foram copiadas de uma resenha que escrevi para a Fides Reformata.

https://estudaringlesnoexterior.com/wp-content/uploads/2017/03/Melhores-escolas-de-ingl%C3%AAs-no-Brasil.jpg

Hoje em dia, um dos tipos de cursos de inglês mais procurados é o curso de inglês conversacional. A razão disso é que esses cursos preparam o aluno não só para conhecer como o inglês funciona em termos da sua gramática, mas a aprender esse funcionamento na pele, isso é, na prática. Ao aprender inglês na prática, não é só a pronúncia do aluno que melhora, mas sua capacidade de pensar em inglês, sua capacidade de conhecer as escolhas significativas que são possíveis a ele e a seus interlocutores. Ao fazer algumas aulas desse tipo, esse aluno passa de ser um mero observador da língua inglesa e passa a ser um estudante imerso e participador do inglês.

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Resenha: Hebraico Bíblico, parte 1 (ou, como descobri que ainda não tínhamos inventado a roda…)

*Nota: para não reinventar a roda, copiei algumas coisas que já coloquei numa resenha um pouco mais formal que enviarei para a Fides Reformata. Mas essa resenha aqui no blog foi bem mais divertida de se escrever!

Algumas pessoas às vezes me perguntam, “Danillo, gostei das suas vídeo-aulas. Quando você vai publicar sua gramática de hebraico?”

Não é por preguiça, mas por desânimo, que não quero publicar mais uma gramática de hebraico. Não tenho muito interesse na multiplicação de gramáticas de línguas bíblicas. Em geral, minha resposta tem sido, “Pra quê? A roda já foi inventada e já existem várias gramáticas boas de hebraico em português, algumas delas traduzidas e outras até mesmo escritas por brasileiros. Não vejo necessidade de reinventar a roda. Mesmo que eu tenha algumas diferenças com essas gramáticas, é só usar a roda já inventada de uma forma um pouco mais eficiente. Não acho necessário escrever uma gramática nova.”

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Anúncio: Aula de Hebraico

Oi Pessoal,

Como vocês já devem saber, as vídeo-aulas aqui do Isso é Hebraico deram origem ao curso de hebraico do Centro de Línguas Bíblicas (CLAJ) do CPAJ. Embora eu ofereça o conteúdo audio-visual completo desse curso de hebraico aqui na página do Isso é Hebraico, isso não quer dizer que vocês têm acesso ao curso completo. Eu reservo os exercícios, testes e a maior parte da minha interação para os alunos do curso de Hebraico do CLAJ. Isso é porque os vídeos que disponibilizo aqui visam mais ajudar quem quer revisar seu hebraico do que quem quer aprender a língua.

Assim, se você quiser aprender hebraico, como digo em vários outros posts (veja aqui, aqui e aqui), é necessário muita prática! Existem outros bons cursos, tanto presenciais quanto à distância. Mas se você tiver interesse em acompanhar o nosso curso completo, com todos os exercícios, testes e outros recursos, o Hebraico 1 do CPAJ começará dia 26 de fevereiro. Para maiores informações sobre a matrícula, visite a página do curso aqui.


Para ter um “gostinho” do curso, veja abaixo o vídeo inicial sobre o funcionamento do mesmo:

Entrevista com Jader Santos

Feliz 2019! Sei que estive meio ausente no final do ano passado, mas espero postar com mais frequência agora que já terminei a maior parte do meu trabalho na minha dissertação… então vamos lá!

Nosso post dessa vez fugirá um pouco do âmbito costumeiro de posts aqui no Isso é Hebraico, mas continua focado no aprendizado do hebraico. Hoje farei uma entrevista com meu irmão, Jader Santos, que acaba de concluir seu primeiro semestre de estudos no seminário. Mas existe uma coisa interessante aqui: ele estudou e aprendeu o hebraico bíblico em apenas 8 semanas. Quer saber como? Leia a entrevista abaixo!

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Como aumento minha fluência em hebraico?

Você se lembra dos desenhos que fazia quando era criança? Era sempre difícil fazer aquela linha reta, ou aquele círculo perfeito, não é? Talvez alguns de vocês hoje digam, “ainda é, Danillo!” Bom, eu acho muito interessante ver os desenhos dos meus filhos e tentar lembrar como era desenhar quando eu era criança.

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O “menino” que meu filho desenhou com giz

É sempre bom ver o quanto já crescemos, não é? Não engatinhamos mais, conseguimos falar direito, desenhar direito (pelo menos alguns de nós!), escrever (mais ou menos) direito, etc. O problema é que muitas vezes esquecemos que, ao aprender uma língua, precisamos passar pelo mesmo processo. Assim, esquecemos que, para alcançar fluência na nossa leitura de hebraico bíblico, são necessários anos de prática e uso da língua. Esse esquecimento leva à frustração por ter aprendido o alfabeto mas não conseguir ler tudo. Outras vezes, ficamos frustrados por terminar o primeiro ano e aprender toda a gramática da língua e não conseguir abrir nossas bíblias hebraicas em qualquer lugar e entender o que está escrito ali.

A pergunta do post de hoje é: como alcanço maior fluência em hebraico? Como avanço daqueles rabiscos de criança a um desenho bem formado, ou pelo menos com todos os membros no lugar certo?

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Novo Vídeo de Hebraico: Aplicação do Coortativo

Algum tempo atrás, recebi um e-mail de um leitor pedindo mais vídeos como a pequena aplicação do alfabeto hebraico que fiz logo na primeira unidade. Achei uma ótima ideia, e tentarei criar um vídeo assim por unidade. Decidi fazer os vídeos para acompanhar o estudo dos alunos do curso de hebraico bíblico do Mackenzie. Assim, não começarei na Unidade 2, mas na Unidade 13, e mais tarde voltarei às unidades anteriores.

O vídeo abaixo foi criado basicamente para mostrar a relevância de se aprender e compreender os volitivos (especialmente o coortativo) por si sós, quero dizer em hebraico, e não em função de uma tradução ao português.

Vocabulário: afinal das contas, como aprendo esse treco?! (8 dicas para aprender e reter vocabulário)

Acho que o título já explica o tema do nosso post hoje, não é? O aprendizado de outra língua depende quase que unicamente do nosso aprendizado e principalmente nossa retenção de novas palavras na mesma. Em outras palavras, não importa quão bem uma pessoa domina a gramática da língua se ela não consegue aplicar essa gramática a várias situações (frases, parágrafos, e demais textos).

Gingko Biloba – aparentemente, a planta pode ajudar a retenção da memória. Porém, não creio que existe comprovação científica para sustentar essa afirmação. Certamente uma das minhas 8 dicas não será “tome gingko biloba”!

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